RESUMO: Hiperfoco, como trabalhar menos e render mais
A- DADOS GERAIS SOBRE O AUTOR E A OBRA
Título da obra: Hiperfoco, como trabalhar menos e render mais
Nome do autor: Chris Bailey
Data da 1ª edição: 2019
Língua original: Inglês
Tradutor(es): Petê Rissatti
Data da edição lida: Março/2025
Data do resumo: Maio de 2025
Total de páginas lidas: 282
B – SOBRE O AUTOR DO RESUMO:
Autor(a): Rosangela da Rosa
Natural de Florianópolis, Cursou psicologia na UFSC, servidora pública aposentada, com formação recente em Arteterapia, participa do grupo Morada das tradições desde sua fundação, com trabalho de auto desenvolvimento e o estudo de tradições.
C- RESUMO:
A obra foi escrita por Chris Bailey, nascido em 1989, na cidade de Red Deer, renomado escritor canadense que ministra palestras sobre produtividade. O livro trata sobre a administração do tempo, aplicado ao desempenho e a produtividade no ambiente de trabalho. O autor divide o livro em duas partes: na primeira parte, ele discorre sobre o conceito de hiperfoco, propondo que o leitor saia do piloto automático, observe os limites de sua atenção e conheça seu espaço atencional. Na segunda parte, ele conceitua o foco disperso e como integrá-lo ao hiperfoco. Ele também orienta como domar as distrações para ter maior produtividade e transformar o hiperfoco num hábito.
O livro cita que há uma infinidade de estímulos que roubam a atenção do indivíduo no ambiente de trabalho,e que estes reduzem a sua capacidade de foco, afetando a produtividade, a concentração e a criatividade. O autor classifica as atividades realizadas pelas pessoas como: o trabalho necessário (geralmente ligado ao trabalho formal), o trabalho desnecessário ( ligado a tarefas que são improdutivas e desinteressantes), o trabalho distrativo (que são as tarefas improdutivas e estimulantes), e o trabalho intencional (é aquele, pelo qual viemos à Terra e que tem impacto social e requer a capacidade intelectual).
O espaço atencional é o termo utilizado pelo autor que descreve a quantidade de capacidade mental que o indivíduo tem disponível para se concentrar e processar as coisas do momento. Esse espaço permite manter, manipular e conectar informações simultaneamente em tempo real, escolhendo em que prestar atenção. Portanto, como a capacidade de reter informações é pequena, ele sugere que se pratique a meta consciência, que aumenta o espaço atencional. Ele também cita que as pessoas gastam a metade do seu tempo com a atenção naquilo que não está na sua frente, ou perdidos no passado, ou planejando o futuro imediato.
Como uma forma de exercitar a concentração, o autor sugere que as pessoas pratiquem “mindfulness” (a atenção plena àquilo que prende a mente por completo pelo tempo que ocorre). Podem ser feitas duas tarefas simples ao mesmo tempo, como caminhar e ouvir música. O mesmo não ocorre com as tarefas mais complexas. O cérebro recompensa com dopamina a alternância entre os dois tipos de tarefas, de acordo com o mesmo.
Segundo o autor, é o fato de estar ocupado que torna a pessoa produtiva. Muitas distrações podem prejudicar a formação de lembranças. E, sendo difícil manter a atenção cem por cento, ele sugere que o indivíduo supere a resistência mental, elimine distrações internas e externas, escolha onde pôr a sua atenção e mantenha o espaço atencional o mais livre possível. Isso proporcionará maior concentração, clareza mental, menor stress e propósitos mais fortes, auxiliando também em relacionamentos e amizades mais profundas
A obra destaca, várias pesquisas que revelam sobre a divagação relacionada com a diminuição da produtividade. Baseado nessas pesquisas, o autor sugere que o indivíduo estabeleça uma espécie de alarme, para ajudar no controle do tempo e para a verificação da atenção enquanto se realiza um trabalho; propõe também algumas ações para lidar com os fatores distrativos no ambiente corporativo e cita a meditação como prática comprovada para aumentar a capacidade de memória e de produtividade, além do aumento da atenção.
O autor também trata dos fatores positivos da divagação. Ele discorre sobre o que é o foco disperso, os três estilos desse foco e como fazer pausas para recarregar a atenção, a importância do sono e do descanso, assim como da meditação. Enquanto o hiperfoco direciona a atenção para fora, o foco disperso a direciona para dentro, para o interior da mente. Quando a mente está livre, segundo o autor, o cérebro automaticamente planeja o futuro, o que permite agir de forma mais inteligente e intencional. O autor identifica alguns estilos de foco disperso como: o modo de captura, o modo de resolução de problemas e o modo habitual. Segundo ele, o modo habitual é o mais poderoso, e é o que ele pratica, que nada mais é que, enquanto faz uma tarefa habitual, a mente fica propícia a receber idéias e insights para questões que está buscando na resolução de problemas.
O autor conclui chamando atenção para a necessidade de se avaliar que informações se consome na sociedade, alerta para os cuidados com o uso da cafeína e álcool, e enfatiza quanto aos benefícios da utilização dos dois focos alternadamente, para uma vida produtiva e feliz.
D – PALAVRAS-CHAVE
Atenção, Hábito, Espaço atencional, Foco, Desempenho, Ambiente de trabalho